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13/11/2012

Dia 19/11 Neusa Baptista lança ‘Cabelo Ruim?’

Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, a Cojira-DF traz a escritora Neusa Baptista, cuja obra aborda a estética negra do ponto de vista de três meninas em ambiente escolar




Da Assessoria


A história de três meninas negras vivenciando no ambiente escolar suas angústias com a estética e seus cabelos crespos é a abordagem do livro “Cabelo Ruim?”, da jornalista e escritora Neusa Baptista, que será lançado no próximo dia 19, em Brasília.

O evento faz parte das comemorações do Dia da Consciência Negra, organizado pela Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial do Distrito Federal (Cojira-DF), com apoio do grupo Pretas Candangas e da Griô Produções.

O lançamento será às 19h30, na livraria Café com Letras. A comemoração contará ainda com apresentação de músicos negros, como o cantor e compositor Daniel Junior e convidados, e recital de poemas, com poetas do projeto Poemação, liderado por Jorge Amâncio.

A livraria Café com Letras fica na 203 Sul, Bloco C, Loja 19

A Autora

Neusa Baptista é jornalista, graduada pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e trabalhou em alguns dos mais importantes veículos de comunicação daquele Estado e atualmente dirige a Agência de Comunicação Popular, pela qual presta assessoria e consultoria a sindicatos de trabalhadores, entidades do movimento social, evento e projetos culturais e educativos.

O Livro

“Cabelo Ruim?” teve sua primeira edição lançada em 2006 na Literamérica – Feira Sul Americana do Livro, em Cuiabá (MT). O livro é fruto do “Projeto Pixaim: nem bom nem ruim, só diferente: estímulo à valorização do cabelo crespo entre crianças da periferia de Cuiabá”, com recursos do Fundo Estadual de Fomento à Cultura, pelo qual a autora realizou rodas de leitura com crianças da periferia, em parceria com professores, escolas e projetos sociais.

Em 2007, a Carlini & Caniato Editorial decide publicar o livro pelo selo TantaTinta. Em seguida “Cabelo Ruim?” é adaptado ao teatro pelo Grupo Teatral Vida, de Cuiabá. A peça “A história do cabelo ruim” tem grande aceitação em escolas de Cuiabá e em 2008 o grupo participa com ela da Mostra Internacional de Teatro Infantil (MITI) e faz bastante sucesso entre as crianças e adolescentes, tendo participado de outros eventos literários durante o ano.

Projetos

Em 2009, a autora passa a integrar o projeto Circuito Pixaim, desenvolvido pela CUFA-MT, que oferece oficinas de tranças e de leitura do livro Cabelo Ruim? Na periferia de Cuiabá. A ação forma as primeiras ‘trançadeiras’ do projeto.

Em 2010, é aprovado o Ponto de Cultura Pixaim, que passa a funcionar na sede da CUFA-MT, oferecendo oficinas de tranças e bonecas negras, associados a atividades de leitura do livro.

A ação se expande com a articulação local da CUFA-MT, surgem novas iniciativas em parcerias com escolas e creche da região, além de ações externas. Entre elas, a participação do Ponto de Cultura na Feira Probeleza e na Feira do Empreendedor.

No mesmo ano, o “Projeto Pixaim: nem bom nem ruim...” viaja por 30 cidades, com uma nova peça teatral, oficinas de leitura e de tranças e doação de 5 mil livros.

Com o apoio da Secretaria de Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI) e da Secretaria de Estado de Educação, é realizado em duas escolas públicas o projeto “Pixaim nas Escolas”, com oficinas diferenciadas de leitura em sala de aula e de tranças e bonecas aos finais de semana, kits com bolsa do projeto, camiseta, exemplar do livro e bonecas das personagens.

Em 2011, a autora deixa a CUFA-MT e, em novembro, realiza o projeto “Pixaim: trançando ideias na escola”, ação inscrita no edital Microprojetos na Amazônia Legal, da Funarte. São feitas oficinas de leitura para alunos e professores de quatro escolas públicas e distribuído kit com bonecas, livro e camiseta, dentro da programação da Semana da Consciência Negra.

O livro tem sido adotado formal e informalmente como material paradidático em vários estados do país. Em 2012, foi adotado oficialmente pela rede de Escolas Adventistas em Mato Grosso.

24/10/2012

HOJE! Lançamento do poeta José Inácio Vieira de Melo




A Editora Escrituras, de São Paulo, acaba de publicar Pedra Só, o novo livro do poeta alagoano da Bahia José Inácio Vieira de Melo, que será lançado no Café com Letras, no próximo dia 24 de outubro, quarta-feira. Durante o lançamento, José Inácio fará o recital Aboios & Parábolas, no qual apresentará poemas de toda sua obra.

Sexto livro de JIVM, Pedra Só é o seu trabalho mais autobiográfico. No capítulo de abertura, que nomeia o livro, traz um longo poema dividido em 27 partes, revestido de tons épicos e flertando com a linguagem bíblica. Pedra Só é o nome de uma fazenda onde o poeta tem o privilégio de passar uma parte de seu tempo. Então, na Fazenda Pedra Só, no Sertão da Bahia, o poeta inventou um entrelugar, com o mesmo nome da propriedade, para dar evasão aos seus delírios poéticos. E é a partir da Pedra Só que frequenta os lugares mais recônditos e inóspitos da sua memória, buscando o barro fundamental – a poesia primeva – para fazer a ligação do seu ser com a arte e criar seus poemas. 

O primeiro capítulo, “Pedra Só”, faz um movimento de retorno às origens sertânicas do poeta com uma intensidade que até então não havia experimentado em sua obra, e é assim também no segundo capítulo, intitulado “Aboio Livre”. A terceira seção é a “Toada do Tempo”, em que usa com mais frequência o verso medido e que situa o poeta dentro do tempo, medindo sua finitude e, paradoxalmente, fazendo-o perceber-se atemporal. A quarta seção, chamada “Partituras”, é onde aparecem as cantigas e os cânticos de louvor. E, por derradeiro, o capítulo “Parábolas”, em que acentua o surrealismo, criando uma esfera fantástica impregnada de misticismo. 

Pedra Só tem um primoroso projeto gráfico e conta com imagens do fotógrafo mineiro Ricardo Prado, feitas na Fazenda Pedra Só, e com um perfil do autor assinado pelo jornalista Gabriel Gomes, intitulado “O Poeta e a Pedra. Só”. O texto das orelhas é do poeta Vitor Nascimento Sá, no qual alerta o leitor: “A poesia de José Inácio Vieira de Melo não se estabelece no convencimento racional nem nas prerrogativas de cunho moral, mas na percepção do maravilhoso que é produzido como êxtase e fulguração, descoberta e alumbramento”. A contracapa traz texto do renomado escritor português Gonçalo M. Tavares, que assim definiu o novo trabalho de JIVM: “E aqui temos a forte síntese: o solo firme e a imaginação – uma das características essenciais desta Pedra Só de José Inácio Vieira de Melo”. No posfácio, além do perfil feito por Gabriel Gomes, há um poema telúrico/metafísico de Elizeu Moreira Paranaguá em homenagem ao Cavaleiro da Pedra Só.  




José Inácio Vieira de Melo (1968), alagoano radicado na Bahia, é poeta, jornalista e produtor cultural. Publicou os livros Códigos do silêncio (Salvador: Letras da Bahia, 2000), Decifração de abismos (Salvador: Aboio Livre Edições, 2002), A terceira romaria (Salvador: Aboio Livre Edições, 2005) – Prêmio Capital Nacional de Literatura 2005, de Aracaju, Sergipe, A infância do Centauro (São Paulo: Escrituras Editora, 2007), Roseiral (São Paulo: Escrituras Editora, 2010) e a antologia 50 poemas escolhidos pelo autor (Rio de Janeiro: Edições Galo Branco, 2011). 

Coordenador e curador de vários eventos literários, como o Porto da Poesia, na VII Bienal do Livro da Bahia (2005), a Praça de Cordel e Poesia, na 9ª e na 10ª Bienal do Livro da Bahia (2009, 2011) e o Cabaré Literário, na I Feira do Literária Ler Amado, em Ilhéus (2012), assim como os projetos A Voz do Poeta (2001) e Poesia na Boca da Noite (2004 a 2007), ambos em Salvador. Atualmente é curador dos projetos Uma Prosa Sobre Versos, em Maracás, e Palavra de Poeta, em Planaltino. 

Tem poemas traduzidos para os seguintes idiomas: espanhol, francês, italiano, inglês e finlandês. Foi coeditor da revista de arte, crítica e literatura Iararana, de 2004 a 2008. Edita o blog Cavaleiro de Fogo: www.jivmcavaleirodefogo.blogspot.com

Serviço: Lançamento de José Inácio Vieira de Melo - Pedra Só 
Café com Letras, 203 sul bloco C lj 19 
Dia 24 de outubro, quarta-feira
Horário: 19h30 

Mais informações: José Inácio Vieira de Melo 
Fones: (73) 8845 5399 / (73) 3526 1936 
E-mail: jivmpoeta@gmail.com 
Facebook: www.facebook.com/jivmpoeta

12/02/2011

CELSO BORGES LANÇA NOVO LIVRO EM BRASÍLIA, dia 23/02


Belle Époque reúne 50 poemas escritos nos últimos cinco anos e o CD Quase, em que o artista dialoga com o silêncio. Lançamento terá leitura de poemas com o autor,
a poeta Luciana Martins e o compositor Assis Medeiros.



Poeta Celso Borges (Divulgação)



O poeta maranhense Celso Borges lança no próximo dia 23 de fevereiro, na livraria Café com Letras, seu novo trabalho, Belle Époque. O livro traz como encarte o CD Quase, em que o autor apresenta o "silêncio como resposta ao barulho e à fúria do mundo moderno". O projeto gráfico é de Andréa Pedro, responsável pela identidade gráfica dos discos lançados pela Saravá Discos, selo de Zeca Baleiro.

Belle Époque é o terceiro livro-CD lançado pelo artista. A trilogia começa com XXI (2000) e prossegue com Música (2006). Nesses trabalhos, Celso Borges faz referências que vão da música popular brasileira às experiências sonoras de vanguarda e dialoga com mais de 50 compositores e poetas brasileiros, entre eles Chico César, Vitor Ramil, Zeca Baleiro, Assis Medeiros, Ademir Assunção, Rita Ribeiro, Sérgio Natureza, Ceumar, Micheliny Verunschk e o DJ Otávio Rodrigues.

Poeta, jornalista e letrista, Celso Borges viveu 20 anos em São Paulo e voltou a morar em São Luís em 2009. Parceiro de Chico César e Zeca Baleiro, entre outros, além dos livros-CDs, possui cinco livros de poesia publicados: Cantanto (1981), No Instante da Cidade (1983), Pelo Avesso (1985), Persona Non Grata (1990) e Nenhuma das Respostas Anteriores (1996).

Nos últimos seis anos, Celso Borges tem levado a poesia para o palco com os projetos Poesia Dub, que desenvolve com o DJ e pesquisador Otávio Rodrigues, e A Posição da Poesia é Oposição, com o guitarrista Christian Portela. Eles já se apresentaram no Tim Festival (SP-2004); Baile do Baleiro, do compositor Zeca Baleiro (SP-2004); Festival Londrix (Londrina-2006); Catarse (Sesc Pompéia-2009) e Projeto Outros Bárbaros (Itaú Cultural, SP- 2005 e 2007).

Celso Borges tem poemas publicados nas revistas de arte e cultura Coyote e Oroboro e já ministrou oficinas de poesia em São Luís, Imperatriz (MA) e Palmas (TO). Atualmente, apresenta na Rádio Uol o programa Biotônico ao lado de Zeca Baleiro e do DJ Otávio Rodrigues, além de editar a revista Pitomba, ao lado dos escritores Reuben da Cunha Rocha e Bruno Azevedo.

BELLE ÉPOQUE
Celso Borges
Lançamento: dia 23 de fevereiro, às 19h
Com recital de Celso Borges, Luciana Martins e Assis Medeiros
Livraria Café com Letras, às 19h
SCLS 203 SUL, BLOCO C, loja 19 – fones: 3322 4070 e 3322 5070

UPDATE:
Entrevista do poeta, concedida à jornalista Juliana Medeiros, na Rádio Cultura FM:



O poema "Americana” de Celso Borges, uma homenagem a Bob Dylan, virou música cantada/recitada por Zeca Baleiro, Vitor Ramil, Fernando Abreu e Celso Borges. O video abaixo é uma dica do blog Conexão Brasília Maranhão: