Livros, ideias e confluências musicais. Um programa criado para pessoas que amam livros e bons papos regados a um bom café. Aqui no Café com Letras, você saboreia as palavras.
26/04/2010
22/04/2010
Clube da Leitura no Café com Letras - participe!
abraços literários,
Equipe do Café com Letras!
O que? "I Encontro de Leitores Antes Que a Rotina Nos Separe De..."
Onde? Café com Letras, 203 sul
Quando? 22 de abril de 2010, às 21h.
Quem? Leitores que cultivam o prazer de ler e debater
Como? Indo ao Café no dia marcado
Por quê? Interagir, papear e trocar impressões deixa a rotina mais legal, antes que a gente se separe dos momentos bons da vida!
Livro? A Trégua, de Mário Benedetti. Tradução: Joana Angélica D´avila Melo. Editora Alfaguara Brasil, 2007, 184 páginas. (Literatura estrangeira – Latino americana)
Sobre o autor:
Sinopse:
Escrito em formato de diário e com fina ironia, 'A trégua' traz a história de Martín Santomé, um 'homem maduro, de muita bondade, meio apagado, mas inteligente'. Prestes a completar 50 anos, viúvo há mais de vinte, Santomé mora com os três filhos. Não se relaciona bem com nenhum deles, tem poucos amigos e mantém uma rotina monótona e cinzenta. No diário, conta os dias que faltam para a aposentadoria; mas não tem idéia do que fará assim que se livrar do trabalho maçante. Seu destino, no entanto, mudará quando conhecer Laura Avellaneda, uma jovem discreta e tímida contratada para ser sua subalterna. Com ela, Martín Santomé voltará a conhecer o amor, numa luminosa trégua para uma vida até então triste e opaca. Mas será que essa relação conseguirá ir adiante? Muito mais do que uma história de amor, 'A trégua' é um questionamento sobre a felicidade e um retrato às vezes bem-humorado, às vezes ferino, dos difíceis relacionamentos humanos.
13/04/2010
Dia 17 de abril - Poetas comemoram os 50 anos de Brasília
No próximo sábado, dia 17/04, dois poetas lançam seus livros em homenagem ao aniversário de Brasília.
Atarantada, de Noélia Ribeiro reúne poemas de várias épocas desta pernambucana que já faz parte da história da cidade.
Noélia Ribeiro é pernambucana, mas se considera “carioca-braziliense”. Escreve poemas desde muito cedo. Participou de coletâneas, recitais e movimentos poéticos realizados em Brasília, cidade em que vive desde 1972 e que ama muito.
Em 2008, teve poemas publicados na coletânea Talento Brasileiro em Prosa e Verso, produzida pela Rede Brasileira de Escritoras. Graduou-se em Letras na UnB e hoje trabalha na Câmara dos Deputados.
Atarantada é o segundo livro de poemas da autora. Traz poemas antigos e recentes que traduzem desejos, paixões (vividas ou sonhadas) e sentimentos próprios de quem mora em Brasília.
50 anos - Obras completas em apenas um volume, é o resultado de alguns anos de afastamento da cena cultural. João Roberto volta com a força dos poemas que são marca registrada do caldeirão artístico de Brasília.
João Roberto nasceu em Minas Gerais. É produtor cultural, empresário na área de turismo, poeta e ator. Foi bastante atuante nos eventos culturais que aconteceram em Brasília na década de 80, principalmente em teatro, cinema, música e literatura, sendo o idealizador e realizador dos concertos do Lago Norte. Lança seu primeiro livro.
50 anos - obra completa em apenas um volume é uma coletânea de poemas bem-humorados, que retratam a visão do autor sobre Brasília, seu amor pela família, suas paixões e reflexões sobre si mesmo.
Lançamento:
RIBEIRO, Noélia. Atarantada, Verbis Editora, 2009. R$ 20,00
COSTA JR, João Roberto. 50 anos - Obras completas em apenas um volume, 2010. R$ 15,00
Quando: 17 de abril de 2010, sábado, a partir das 20h
Onde: Café com Letras, 203 sul, Bl. C Lj. 19 Brasília-DF
Informações e reservas: 33224070 / 5070
Imprensa: Juliana Castro 99998843
cafe.letras@gmail.com
http://www.cafecomletras.net/
http://cafecomletrasdf.blogspot.com/
http://www.twitter.com/cafe_com_letras/
http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=9616425446851964916
Atarantada, de Noélia Ribeiro reúne poemas de várias épocas desta pernambucana que já faz parte da história da cidade.
"(...) Atrás da janela vejo as pessoas
caladas
atravessando a rua
e penso:
será que elas amam como eu? (...)"
Noélia Ribeiro é pernambucana, mas se considera “carioca-braziliense”. Escreve poemas desde muito cedo. Participou de coletâneas, recitais e movimentos poéticos realizados em Brasília, cidade em que vive desde 1972 e que ama muito.
Em 2008, teve poemas publicados na coletânea Talento Brasileiro em Prosa e Verso, produzida pela Rede Brasileira de Escritoras. Graduou-se em Letras na UnB e hoje trabalha na Câmara dos Deputados.
Atarantada é o segundo livro de poemas da autora. Traz poemas antigos e recentes que traduzem desejos, paixões (vividas ou sonhadas) e sentimentos próprios de quem mora em Brasília.
50 anos - Obras completas em apenas um volume, é o resultado de alguns anos de afastamento da cena cultural. João Roberto volta com a força dos poemas que são marca registrada do caldeirão artístico de Brasília.
"Hoje não precisamos
usar palavras
para nos comunicar,
basta deixar que nossos corpos
se toquem e falem
de amor"
João Roberto nasceu em Minas Gerais. É produtor cultural, empresário na área de turismo, poeta e ator. Foi bastante atuante nos eventos culturais que aconteceram em Brasília na década de 80, principalmente em teatro, cinema, música e literatura, sendo o idealizador e realizador dos concertos do Lago Norte. Lança seu primeiro livro.
50 anos - obra completa em apenas um volume é uma coletânea de poemas bem-humorados, que retratam a visão do autor sobre Brasília, seu amor pela família, suas paixões e reflexões sobre si mesmo.
No Café com Letras, a poesia tem espaço permanente.
Nesse grande sarau, velhos amigos se encontram para celebrar a história da cidade que os acolheu.
Nesse grande sarau, velhos amigos se encontram para celebrar a história da cidade que os acolheu.
E há muito o que comemorar!
Lançamento:
RIBEIRO, Noélia. Atarantada, Verbis Editora, 2009. R$ 20,00
COSTA JR, João Roberto. 50 anos - Obras completas em apenas um volume, 2010. R$ 15,00
Quando: 17 de abril de 2010, sábado, a partir das 20h
Onde: Café com Letras, 203 sul, Bl. C Lj. 19 Brasília-DF
Informações e reservas: 33224070 / 5070
Imprensa: Juliana Castro 99998843
cafe.letras@gmail.com
http://www.cafecomletras.net/
http://cafecomletrasdf.blogspot.com/
http://www.twitter.com/cafe_com_letras/
http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=9616425446851964916
07/04/2010
10/04, Sábado, tem show com a Banda Casa Grande
A Banda Casa Grande volta ao palco do Café com Letras, onde se apresentou há alguns anos, para mostrar o resultado da experiência num trabalho musical competente.
A Casa Grande foi formada em 2002 com a proposta de valorizar a música genuinamente popular brasileira. A partir de repertório consagrado, eles fazem releituras modernas, prezando a simplicidade.
Formada pelos músicos: Afonso Carísio, Gogh, Marcelo Pilastra, Jorge L e pela cantora Liz Karla, a banda também apresenta músicas autorais que vão da bossa nova ao instrumental dançante.
Você fica sabendo um pouco mais sobre a banda aqui:
http://www.bandacasagrande.com/
http://www.bandacasagrande.com/
Serviço:
Show com a Banda Casa Grande
Onde: Café com Letras, 203 sul
Quando: dia 10 de abril de 2010, a partir das 20h30
Quanto: R$ 10,00
Classificação livre
Para reservas, ligue: 33224070 / 5070
Imprensa: Juliana Castro 61-99998843
22/03/2010
Dia 27/03, Luis Fernando Brasil canta Madalena
Pra curtir uma prévia do show de Luis Fernando Brasil, vejam abaixo o vídeo da apresentação no Teatro dos Bancários:
Cantando e Contando: Tributo à Elis Regina, com Luís Fernando Brasil
Dia 27 de março, sábado a partir das 21h
Couvert artístico: R$ 10,00
Então, não esqueçam!
Cantando e Contando: Tributo à Elis Regina, com Luís Fernando Brasil
Dia 27 de março, sábado a partir das 21h
Couvert artístico: R$ 10,00
21/03/2010
24.03 - PALESTRA GRATUITA 'ASTROLOGIA E A KABALLAH'
PALESTRA GRATUITA
ASTROLOGIA E A KABALLAH
com o astrólogo
MAURICE JACOEL
Na tradição do povo Hebreu, o monoteísmo teve como conseqüência uma cosmogonia diferenciada em relação ao panteão Greco-Romano. Toda a simbologia associada aos planetas e signos passou a ser a própria relação de um povo com um único Deus. Estabelecendo a partir daí uma cosmogonia das relações.
Na tradição da Kaballah, encontramos um novo conhecimento sobre o significado e a importância atribuída aos signos e planetas herdados da antiga astrologia dos caldeus.
Nesta palestra vamos saber em que medida podemos estabelecer uma relação entre esta antiga astrologia e a mudança de paradigma que surge com o monoteísmo judaico.
Nesta palestra introduziremos alguns conceitos importantes e esclarecedores sobre a Kaballah ou Cabala que hoje é muito popularizada e pouco compreendida pela maior parte do público e dos meios de comunicação.
Data: 24.03.2010
Local: Café com Letras- CLS 203
HORÁRIO: 20 h
02/03/2010
Show com a Banda Alquimistas, 06/03
Banda Alquimistas
Rodrigo é irmão de Ricardo, que é casado com Maria, que é irmã de Ivan, Marusia e Antonio, que é casadocom Adriana. Essa configuração, que lembra o poema de Drummond, é da Banda Alquimistas, de Brasília.
O fato de ser todo mundo da mesma família não impôs a adoção de um único estilo. A marca registrada dogrupo é exatamente a falta de marca registrada. São ritmos, gêneros e sons diversos, mesclados e combinados de forma inusitada. Com a maior sem-cerimônia, a banda vai do rock nacional e internacional e do pop à MPB e à música de raiz. Beatles, Pink Floyd, Rolling Stones, Pretenders convivem com Legião, Ira, Skank, Jorge Ben Jor, Marisa Monte, Maria Rita e Zé Ramalho.
Cada música recebe uma interpretação diferente, uma leitura muito pessoal, advinda de muitas vozes, muitostimbres, muitos tons. O mais incrível é ver como essa miscelânea no final perfaz uma lógica, um sentido. Amágica, a alquimia, talvez se explique pelo que existe de unívoco: gostar MUITO de fazer música.
De música descontraída, eclética e sem frescura, o que torna qualquer apresentação da Banda Alquimistasuma experiência nova e divertida.
Data: 06 de março (sábado)
Horário: 22 horas
Local: Café com Letras
Endereço: 203 Sul, Bloco C – Loja 19 – Asa Sul, Brasília/DF
Horário: 22 horas
Local: Café com Letras
Endereço: 203 Sul, Bloco C – Loja 19 – Asa Sul, Brasília/DF
25/02/2010
Sarau musical conduzido por Anand Rao, vem fazendo sucesso
![]() |
| Anand Rao no Café com Letras |
O Projeto MúsicaPoética continua
| ||
Anand Rao, músico e compositor, musica poemas no palco, textos em prosa, falas e tudo que os presentes levam para a cena deste inusitado sarau musical.
O Projeto MúsicaPoética, idealizado por ele, vem fazendo sucesso desde novembro do ano passado no Café com Letras, sempre com poetas e artistas convidados.
Anand Rao tem 04 cd´s lançados, 20 livros publicados e viaja o país e o mundo fazendo shows por onde passa.
A improvisação alude à criatividade. Pegar um tema, uma palavra, um sentido e fazer caminhadas musicais é o desafio de Anand, que o faz na frente de todos em ritmo de MPBJazz.
O Café com Letras é um espaço especial que participa da vida e da produção cultural da cidade há mais de 10 anos. O espaço é aberto para eventos culturais como shows, debates e lançamento de livros.
O Projeto MusicaPoética tem um caráter intimista que gera um clima receptivo à participação das pessoas presentes. Ganha-se em interação, não apenas das pessoas da platéia com quem está a frente do show mas, também entre as próprias pessoas que estão presentes ao evento. | ||
Projeto MúsicaPoética com o músico Anand Rao
Onde: Café com Letras, 203 sul
Horário: a partir das 20h30
Couvert artístico: R$ 10,00
Datas dos próximos eventos e convidados:
25/02 Almira Rodrigues
26/02 Izarina Tavares
27/02 Paulo Nascentes
04/03 Lucimar Rodrigues
11/03 Turiba
12/03 Daniel Pedro
23/04 Antônio Flávio Testa
30/04 Lilia Diniz
06/05 Girlene Paschoal
-----------------------------
Juliana Medeiros
Assessoria de Imprensa
61-99998843
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http://cafecomletrasdf.blogspot.com
cafe.letras@gmail.com
CLS 203 sul, loja 19 Brasília-DF
61-33224070 / 33225070
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Música,
Paulo Nascentes,
Turiba
13/12/2009
Fotos - Lançamento Soninha Francine
Agradecemos à todos que vieram ao lançamento (principalmente o pessoal que esperou por ela pacientemente após um atraso monstro da cia aérea) e, claro, à Soninha que foi super fofa e ficou até o final, tendo ainda concedido depois uma entrevista para o programa Cult 22 que vcs podem ouvir clicando aqui. Ou seja, além de futebol, ela também manja de rock n´roll e muitas outras coisas! Vale a pena ouvir =)
As fotos do lançamento, feitas pela jornalista Ana Paula Bessa, vcs acessam pelo Picasa aqui.
10/11/2009
Ventos literários da África
O viajante, que publica suas aventuras no Diário da África conseguiu a façanha de entrevistar, nada mais nada menos que Mia Couto. Então, segue uma parte da entrevista:
Mia Couto nos recebeu no escritório da empresa em que dá expediente quando não está escrevendo livros.
Além de escritor, Mia Couto estou medicina e se formou em biologia.
Tem uma empresa de projetos ambientais que funciona numa casa no centro de Maputo.
Fala mansa, Mia Couto não se altera com nenhuma pergunta.
Além deste diário, também participou da entrevista o jornalista português António Cascais, radicado na Alemanha desde criança.
A entrevista foi em 29 de outubro, um dia depois das eleições.
Mia Couto ainda estava com o dedo indicador direito sujo com a tinta indelével que comprova a participação no processo eleitoral e serve para impedir que se vote duas vezes.
Durante cerca de meia hora, Mia Couto falou sobre política, Frelimo, democracia, os mitos em torno da África e um pouco sobre literatura.
O QUE ESSA ELEIÇÃO REPRESENTA PARA A DEMOCRACIA DE MOÇAMBIQUE?
A democracia...Acho que nos habituamos a ver a democracia em Moçambique como uma coisa que é feita com vários caminhos. O caminho desta democracia parlamentar, com essa votação por delegação política em alguém que nos representa é uma coisa relativamente recente. Moçambique viveu 33 anos de independência e metade desse período foi feito sem democracia. Foi feito com regime de partido único. Curiosamente, havia durante esse regime algumas instituições, vamos dizer assim, que funcionavam. Principalmente ao nível de poder popular, poder de base. Funcionavam com nível de envolvimento e participação que hoje já não ocorre. Não estou a fazer a defesa do regime monopartidário. Estou a dizer que, para avaliar o regime da democracia, a possibilidade de participação das pessoas naquilo que são seus assuntos de interesse não podem ser medidos apenas por este parâmetro. De qualquer maneira, acho que os moçambicanos querem este caminho, querem o caminho da democracia formal, da representação partidária. E isso ainda não foi conseguido. É um processo, e agora isso implica que o partido no poder tem que ter oposição. E essa oposição tem que ser criada, tem que haver um processo de fundamentar isso que são forças da oposição. E isso ainda está a acontecer em Moçambique.(...)
Gostou? Se quiser continuar lendo, clique aqui.
Mia Couto nos recebeu no escritório da empresa em que dá expediente quando não está escrevendo livros.
Além de escritor, Mia Couto estou medicina e se formou em biologia.
Tem uma empresa de projetos ambientais que funciona numa casa no centro de Maputo.
Fala mansa, Mia Couto não se altera com nenhuma pergunta.
Além deste diário, também participou da entrevista o jornalista português António Cascais, radicado na Alemanha desde criança.
A entrevista foi em 29 de outubro, um dia depois das eleições.
Mia Couto ainda estava com o dedo indicador direito sujo com a tinta indelével que comprova a participação no processo eleitoral e serve para impedir que se vote duas vezes.
Durante cerca de meia hora, Mia Couto falou sobre política, Frelimo, democracia, os mitos em torno da África e um pouco sobre literatura.
O QUE ESSA ELEIÇÃO REPRESENTA PARA A DEMOCRACIA DE MOÇAMBIQUE?
A democracia...Acho que nos habituamos a ver a democracia em Moçambique como uma coisa que é feita com vários caminhos. O caminho desta democracia parlamentar, com essa votação por delegação política em alguém que nos representa é uma coisa relativamente recente. Moçambique viveu 33 anos de independência e metade desse período foi feito sem democracia. Foi feito com regime de partido único. Curiosamente, havia durante esse regime algumas instituições, vamos dizer assim, que funcionavam. Principalmente ao nível de poder popular, poder de base. Funcionavam com nível de envolvimento e participação que hoje já não ocorre. Não estou a fazer a defesa do regime monopartidário. Estou a dizer que, para avaliar o regime da democracia, a possibilidade de participação das pessoas naquilo que são seus assuntos de interesse não podem ser medidos apenas por este parâmetro. De qualquer maneira, acho que os moçambicanos querem este caminho, querem o caminho da democracia formal, da representação partidária. E isso ainda não foi conseguido. É um processo, e agora isso implica que o partido no poder tem que ter oposição. E essa oposição tem que ser criada, tem que haver um processo de fundamentar isso que são forças da oposição. E isso ainda está a acontecer em Moçambique.(...)
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