05/10/2010

Convite - Encontro de escritores portugueses, dia 10/10

 
O Instituto Camões e o Espaço Cultural Café com Letras promovem um
encontro entre os escritores:


Helder Macedo e Lídia Jorge


No próximo Domingo, dia 10 de Outubro de 2010, pontualmente das 12h00 às 14h00.


Endereço: SCLS 203 Bloco "C" Loja 19  Brasília, DF
Telefone: (61) 3322-4070/3322-5070






Helder Macedo
[Krugersdorp/África do Sul, 1935]  

Poeta, romancista, ensaísta, crítico e investigador literário, conferencista e professor universitário.

Nascido numa cidadezinha perto de Joanesburgo, passou a infância em Moçambique, primeiro na Zambézia e mais tarde em Lourenço Marques. Veio viver para Lisboa (1948), onde frequentou a Faculdade de Direito (1955-59), tendo visitado diversas vezes a Guiné-Bissau e São Tomé. Em 1960 radicou-se em Londres onde, entre 1960 e 1971, foi colaborador regular da BBC. Na capital britânica obteve as licenciaturas em Estudos Portugueses e Brasileiros e em História (1971). Doutorado em Letras (1974) pelo King's College, faz parte do respectivo quadro docente desde 1971...
O primeiro livro de poesia, Vesperal (1957), publicado quando tinha apenas 21 anos, foi saudado por Jorge de Sena como sendo dos «mais perfeitos que por esse tempo se publicaram», denotando «um equilíbrio refinado» e um «notável domínio da expressão e do ritmo». Autor de uma poesia vigiada, culta, de tonalidades existenciais, por vezes hermética, Helder Macedo não costuma ser associado a movimentos literários, embora tenha feito parte da segunda geração do «grupo do Café Gelo». A participação nessa tertúlia, que incluía alguns surrealistas, nos finais dos anos 50, radicava sobretudo numa atitude anti-establishment de sinal político, moral e literário.

Lídia Jorge
[Boliqueime/Loulé, 1946]  

Romancista, contista e autora de uma peça de teatro, Lídia Guerreiro Jorge nasceu em Boliqueime em 1946.

Licenciada em Filologia Românica, foi professora liceal em Lisboa e em África – Angola e Moçambique – para onde partiu em 1970. Ali viveu o marcante ambiente da Guerra Colonial, que mais tarde descreveria no romance A Costa dos Murmúrios através da perspectiva de uma personagem feminina, a mulher de um oficial do exército português de serviço em Moçambique...
De regresso a Lisboa continuou a actividade docente e, em 1980, publicou o romance O Dia dos Prodígios, que lhe valeu o Prémio Ricardo Malheiros, da Academia das Ciências de Lisboa. Esta sua primeira obra publicada deve um impulso à revolução de Abril de 1974: O Dia dos Prodígios constrói-se como uma alegoria do país fechado e parado que Portugal era sob a ditadura, permanentemente à espera de uma força que o transformasse. O romance teve grande impacto junto do público e da crítica e Lídia Jorge foi de imediato saudada como uma das mais importantes revelações das letras portuguesas e uma renovadora do nosso imaginário romanesco.
Seus livros têm-lhe merecido variadíssimos prémios e estão traduzidos para diversas línguas.




Café com Letras
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Assessoria de Imprensa
Juliana Medeiros
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21/09/2010

Revendo Amigos comemorando o aniversário, show de Anand Rao



Anand Rao agitou Brasília em janeiro e fevereiro deste ano com o projeto MúsicaPoética onde musica poemas de poetas presentes no palco, na frente de todos, sem nunca tê-los lidos, ou faz, letra e música na hora sobre temas dados pelo público e chama este gênero musical de MPBJazz, frisando que não é rap nem repente. Depois tocou na Feira do Livro de Joinville, Tocantins, Teresina, Belo Horizonte, enfim, rodou o Brasil compondo no palco. De dois meses para cá foi para o Festival de Jazz de Montreux na Suiça e para o Village em Nova York e está doido para rever os amigos, poetas, músicos, admiradores da sua música da capital federal. E neste dia vai com toda a gana comemorar seu aniversário que foi no dia 13 de setembro comemorado em grande estilo em Nova York, e aqui, será no Café de forma visceral.

Estará no dia bebendo um “green label” pois, sendo tricolor (Fluminense) não bebe nem red nem black lembra o rival, e ele morre de rir ao falar o assunto porque tudo para ele é luz, farra, e considera o futebol uma arte onde todos podem se comunicar com todos, os diversos segmentos sociais. Etc. Estará, além de bebendo seu “green”, musicando poemas dos poetas presentes bem como, criando no palco, enfim, enlouquecendo a si e a todos com sua guitarra, percussão de boca, pedais de looping, nesta quinta-feira, 21 h, no Café com Letras, com couvert a R$ 10,00 (dez reais) por pessoa todo revertido para o artista e tudo será gravado digitalmente.

Meio alto, citou na entrevista, no meio de uma dose e outra que gostaria de convidar os poetas Menezes Y Morais, Niki Behr, Noélia, Girlene, Lilia Diniz, Turiba, Alexandre Marino, Jorge Amancio, Marcos Freitas, Isolda, Almira Rodrigues, Paulo Nascentes, Gaci Simas, Gustavo Dourado, Paulo José Cunha, Cacá, Ronaldo Mousinho, enfim, todos que com ele fizeram show, e diz não ter lembrado os outros nomes, pois, faltavam goles, mais copos de uísque, durante a entrevista. Pediu também encarecidamente que não dessem seu currículo na matéria jornalística pois, é tão extenso que ele nem sabe mais por onde tocou, pois, tocou onde tem gente, e gente é alma, vida, poesia.

Sua energia era tanta que ele ria, gesticulava, enfim, fazia valer toda a magia que estava sentindo por dentro, dizendo que este ano foi o ano do reencontro total com a arte e daqui prá frente ela estará em primeiro lugar sempre pois, arte é amor, e amar é criar, criar o tudo, o sempre, o belo, o infindo beijo fecundo.

De repente, vale a pena relatar, ele pegou o violão no meio da entrevista e compôs uma música para a arte da política, posto que considera, a arte da comunicação, da mudança, da manutenção, da inovação, da revolução mas, é uma arte que contagia pois, ser político é se comunicar com o contrário, a discordância, e se não pedissemos para ele voltar e focar na mesma para divulgar o show, se perderia em criações diversas e não teria volta o diálogo, e sim, o som. Por sinal, o som com certeza é sua vida.

Fonte – Assessoria de Imprensa – Anand Rao Multiempreendimentos

20/09/2010

30 de setembro!! Clube da Leitura no Café com Letras - participe!



Livro 5 - Diário de um ano ruim    Editar

O que? "V Encontro de Leitores Antes Que a Rotina Nos Separe De..." 
 
Onde?  Café com Letras, 203 sul
Quando? quinta-feira, 30 de setembro de 2010, às 20h.
Quem? Leitores que cultivam o prazer de ler e debater
Como? Indo ao Café no dia marcado
Por quê? Interagir, papear e trocar impressões deixa a rotina mais legal, antes que a gente se separe dos momentos bons da vida!
Livro? Diário de um ano ruim. Autor: J. M. Coetzee. Tradução: José Rubns Siqueira. Editora Companhia das Letras, 2008, 248 páginas. (Literatura estrangeira)




Sinopse:

Por encomenda de seu editor, um renomado escritor sul-africano radicado em Sydney, Austrália, escreve um livro com suas opiniões a respeito dos temas mais quentes dos nossos dias - conflitos étnicos, terrorismo, economia globalizada, desastres ecológicos, experiências genéticas. Como já não é capaz de digitar seus próprios textos, o velho escritor contrata uma vizinha de apartamento, a jovem e sedutora filipina Anya, para transcrever as fitas onde grava suas polêmicas reflexões. 'Diário de um ano ruim' entrelaça esse 'livro dentro do livro' com os relatos íntimos, em primeira pessoa, de Anya e do próprio escritor. O pessoal e o universal se iluminam reciprocamente, colocando em evidência a dificuldade de comunicação entre a tradicional cultura humanista do velho autor e a energia quase amoral da jovem digitadora. 



Sobre o autor:

J.M. Coetzee nasceu em 9 de fevereiro de 1940, Cidade do Cabo, na África do Sul.
Coetzee entrou na Universidade de Cape Town em 1957, e em 1960 e 1961, sucessivamente, se formou com honras graduação em Inglês e Matemática. 
Ele passou os anos 1962-1965, na Inglaterra, trabalhando como programador de computador, enquanto fazia pesquisas para uma tese sobre o escritor Inglês de Ford Madox Ford.
Em 1965, entrou na escola de pós-graduação da Universidade do Texas em Austin, e em 1968 formou-se com um PhD em Inglês, lingüística e línguas germânicas. Sua tese de doutorado foi sobre a ficção inicial de Samuel Beckett.
Coetzee começou a escrever ficção em 1969. Seu primeiro livro, Dusklands, foi publicado na África do Sul em 1974. No Coração do País (1977) venceu a África do então sul literária prêmio principal, o Prêmio CNA, e foi publicado na Grã-Bretanha e os E.U.A.. Waiting for the Barbarians (1980) recebeu notificação internacional. Sua reputação foi confirmada por Life & Times of Michael K (1983), que ganhou o Booker Prize britânico. Foi seguido por Foe (1986), Idade do Ferro (1990),  O mestre de Petersburgo (1994)e Disgrace (1999), que mais uma vez ganhou o Prêmio Booker.

Coetzee também escreveu duas memórias, ficção, Boyhood (1997) e Juventude (2002). The Lives of Animals (1999) é uma palestra de ficção, mais tarde absorvida Elizabeth Costello (2003). White Writing (1988) é um conjunto de ensaios sobre a literatura sul africana e cultura. Dobrar o Ponto (1992) é composto de ensaios e entrevistas com David Attwell. Ofender (1996) é um estudo da censura literária. Stranger Shores (2001) recolhe seus ensaios literários mais tarde.

Coetzee também tem sido ativo como tradutor de holandês e literatura africana. Em 2002, Coetzee emigrou para a Austrália. Ele vive com sua parceira Dorothy Driver em Adelaide, Austrália do Sul, onde detém um cargo honorário na Universidade de Adelaide.

Recebeu prêmios na França, na Irlanda e em Israel e foi o primeiro autor agraciado duas vezes com o Booker Prize, por Desonra (1999) e Vida e época de Michael K (1983), ambos publicados pela Companhia das Letras, que lançou também A vida dos animais (2002) e O mestre de Petersburgo (2003), que foi publicado pela primeira vez no Brasil pela editora Best Seller com o título Dostoiévski, o mestre de São Petersburgo.


Sobre o tradutor:

Jose Rubens Siqueira, nascido em Sorocaba (São Paulo) em 1945, é dramaturgo e roteirista de cinema. 
Autodidata, recebeu a graduação de Notório Saber em 2002 pela universidade que leciona desde 2000, a Escola de Comunicação das Artes do Corpo, curso integrante do Departamento de Filosofia da Pontifícia Universidade Católica, PUC. 
Nada, na obra de José Rubens Siqueira, é inocente: a intenção marca seus gestos. Talvez o fato de ser um artista tão múltiplo (tanto na área teatral onde é cenógrafo, figurinista, autor, ator, diretor, tradutor - quanto em outras áreas: cinema, literatura, artes plásticas) torne seu olhar muito vasto, permitindo-lhe construir uma obra com uma amplitude que não é fácil de ser encontrada. Alie-se a tantas habilidades um cabedal de conhecimentos recolhidos em estudos sistemáticos ao longo de sua vida e poder-se-á entender sua tenacidade em procurar, nas coisas mais simples, seu sentido mais amplo, e nas coisas mais elaboradas, sua tradução mais cotidiana.  
Obras publicadas: Viver de teatro - Uma biografia de Flávio Rangel. São Paulo, 1995. Dominique Wolton - Elogio do grande público - uma teoria crítica da televisão (trad.). São Paulo, 1996. Fredric Jameson - As sementes do tempo (trad.). São Paulo, 1997. Peter Burke - O renascimento italiano, cultura e sociedade na Itália (trad.). São Paulo, 1999. 










Promoção cultural: Solange Pereira Pinto 
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14/09/2010

Noite de autógrafos em dose dupla - mãe e filho - dia 18/09

Isolda Marinho e seu filho Gabriel Marinho, autografam seus mais recentes livros - respectivamente Beijo de Tangerina  e Breve Sonho de Esperança - no Café com Letras no próximo sábado a partir das 19h30.




Isolda Marinho é alagoana e escreve poemas desde os 14 anos de idade. Publicou três livros Sementes de Amora (2000), Viço do Verso (2004) e Beijo de Tangerina (2010). Professora de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira, é co-fundadora do Núcleo de Literatura do Espaço Cultural Zumbi dos Palmares, da Câmara dos Deputados.

Recebeu Menção Honrosa no IV Concurso Raimundo Correa de Poesia e ganhou prêmio de publicação nos livros Poetas Brasileiros de Hoje e Escritores Brasileiros, Editora Crisalis (RJ).

Seu nome é verbete no Dicionário de Escritores Brasilienses. Participa da antologia Geografia Poética do DF e é uma das poetas homenageadas no livro Brasília 5.0 –
Antologia de Cordel. Suas obras estão nas mãos dos poetas Thiago de Mello, Ferreira Gullar, Elisa Lucinda e músicos como Milton Nascimento, Beto Guedes, Belchior, Renato Matos, Renato Teixeira, Tunai, entre outros.

Participou da Bienal do Livro (SP) e de várias edições da Feira do Livro de Brasília.

Foi uma das poetas lidas no projeto Letras de Mulher, apresentado na Aliança Francesa, em 2006. É poeta do Congresso Brasileiro de Poesia, de Bento Gonçalves (RS). Isolda é presença marcante em eventos culturais variados pela cidade, onde semeia sua bela poesia, entre eles Noite Cultural T-Bone, Sarau Tribo das Artes, Sarau do Núcleo de Literatura da Câmara dos Deputados.

No teatro, atuou na peça O namorador – Noite de São João, comédia de Martins Penna, produção do Teatro de Bolso - Companhia da Ilusão.

Gabriel Marinho, com 20 anos de idade, é o mais jovem escritor brasiliense publicado. Publicou dois romances O mundo depois do fim (2009), Breve Sonho de Esperança (2010), ambos aprovados pelo Fundo de Apoio à Cultura, do GDF. Já tem pronto mais dois inéditos: Pecado e Santidade e Ela é a juventude, enquanto
escreve o quinto.

Estudante de Cinema, o brasiliense começou a escrever com 16 anos, no jornal do colégio em que estudava. Leitor voraz, tem entre suas preferências os escritores Mário Vargas Llosa, Nietzsche, Machado de Assis, Clarice Lispector, entre outros clássicos e contemporâneos. Seu primeiro livro despertou o interesse de um cineasta. Gabriel pretende transformar suas histórias em roteiro para filmes.

Membro do Núcleo de Literatura do Espaço Cultural Zumbi dos Palmares, da Câmara dos Deputados, escreve também crônicas e artigos, contribuindo para diversos blogs literários. Gabriel vem surpreendendo escritores, jornalistas, professores e pessoas da área literária pelo seu potencial e sua precocidade. Tem sido convidado para dar palestras nas escolas do DF e para participar de eventos literários.

30/07/2010

HOJE Dose dupla - Cinema e Blues

Hoje, penúltimo dia da programação de aniversário do Café com Letras, dois eventos acontecem na livraria-café-galeria mais antiga da cidade (e a única que funciona todos os dias até as 2h da manhã):

Cineclube Café com Letras
Inaugurando a proposta do Café com Letras de estimular o debate sobre o cinema, a casa promove sua primeira sessão de cineclubismo com a mostra do cineasta Marco Alencar. São dois filmes: o curta GENI e o média A OURIVESARIA DE NATIVIDADE: O FIO DO OURO E O FIO DA VIDA. Após a projeção, marcada para iniciar às 20h30, os presentes poderão conversar e debater com o diretor dos filmes. O evento é gratuito.




GENI
Nesta livre adaptação da canção Geni e o Zepelim, de Chico Buarque de Holanda, Geni é discriminada e subjugada pelo povo da vila onde mora. Porém, por força das circunstâncias, é chamada a salvar a vida de seu maior desafeto. Geni é fechada, triste, maltratada pela vida, mas percebe-se nela uma esperança.
Curta-metragem, ficção, 13 minutos HDV
Direção e Roteiro: Marco Alencar



A OURIVESARIA DE NATIVIDADE: O FIO DO OURO E O FIO DA VIDA
Documentário sobre a Ourivesaria da cidade de Natividade-TO, suas características, especificidades, influências e relações com a vida naquele lugar.
De: Marco Alencar e Sandra Faleiros





O VBT - Vintage Blues Trio repete a dose e volta ao palco do Café com Letras hoje a partir das 23h. O repertório é uma "bluezeira total" com muito Eric Clapton, Jimmi Hendrix, SRV, Muddy Waters, Sonny Boy Williamson, Jeff Beck, Albert King, entre outros. Claro, rolam também os clássicos do rock de sempre: Pedras Rolando, Os Besouros, Os Portas, Creme, James Marron e outros. O couver artístico sai por R$ 6.


Então, hoje é dia de curtir Cineclube com a Mostra Marco Alencar e em seguida blues e rock n´roll com a Vintage Blues.
Informações: 3322-4070 / 9999-8843

UPDATE:
Acesse nosso álbum de fotos aqui e veja como foi o evento!

29/07/2010

31/07 Abertura - Exposição de Mosaicos



O artista plástico Will Perena, abre sua Exposição de Mosaicos, no próximo dia 31 de julho, a partir das 20h no Café com Letras.

28/07/2010

Encerrando o mês de aniversário, dia 30/07 - Cineclube Café com Letras

Inaugurando a proposta do Café com Letras de estimular o debate sobre o cinema, a livraria-café-galeria mais antiga da cidade promove sua primeira sessão de cineclubismo com a mostra do cineasta Marco Alencar.





São dois filmes: o curta GENI e o média A OURIVESARIA DE NATIVIDADE: O FIO DO OURO E O FIO DA VIDA. Após a projeção, os presentes poderão conversar e debater com o diretor dos filmes.

GENI
Nesta livre adaptação da canção Geni e o Zepelim, de Chico Buarque de Holanda, Geni é discriminada e subjugada pelo povo da vila onde mora. Porém, por força das circunstâncias, é chamada a salvar a vida de seu maior desafeto. Geni é fechada, triste, maltratada pela vida, mas percebe-se nela uma esperança.
Curta-metragem, ficção, 13 minutos HDV
Direção e Roteiro: Marco Alencar

A OURIVESARIA DE NATIVIDADE: O FIO DO OURO E O FIO DA VIDA
Documentário sobre a Ourivesaria da cidade de Natividade-TO, suas características, especificidades, influências e relações com a vida naquele lugar.
De: Marco Alencar e Sandra Faleiros


Sobre o diretor: Tecnólogo em Produção Audiovisual, trabalhou como cinegrafista, editor de imagens, diretor de TV em diversas produtoras e emissoras de Televisão. Coordenador de Operações e Realização do Canal E da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal; Editor de Imagens e Diretor de TV do CPCE / UnB; Diretor de TV da TV Distrital da Câmara Legislativa do DF; Editor de Imagens da TV Nacional / Radiobras; Editor de Imagens do Programa “Via Legal” do Conselho da Justiça Federal / TV Justiça; Diretor do Filme Documentário “O Fio do Ouro e o Fio da Vida – A Ourivesaria de Natividade” (2007); roteirista e Diretor do Filme “Geni” (2008) cuta-metragem ficção baseado na música Geni e o Zepelim de Chico Buarque, filme selecionado para o MIX Brasil, festival da diversidade Sexual e na Mostra Brasília do 41º. Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2008; Co-diretor da série “Trilhas do Saber”- vídeos de Educação Ambiental produzidos pelo Instituto Brasília Ambiental – IBRAM.

Serviço:
Cineclube Café com Letras
Mostra Marco Alencar com GENI e A OURIVESARIA DE NATIVIDADE
Dia: 30 de julho, sexta-feira, às 20h30
Local: Café com Letras, 203 sul, Bl. C Lj. 19
Classificação indicativa 16 anos.
Evento gratuito.




Update do post, 29/07/2010 20h:
A banda Vintage Blues repete o show que está realizando agora no Café com Letras, 29 de julho, depois do Cineclube. Para quem quiser curtir um blues depois do cineclube, o couvert artístico é R$ 6,00.

29/julho Vintage: revisiting the blues

Amanhã, quinta-feira, dia 29/julho às 20:00, o VBT - Vintage Blues Trio volta ao Café com Letras, uma das últimas atrações do mês de aniversário da livraria.

O repertório, segundo o próprio vocalista Rodrigo Pereira, vai ser uma "bluezeira total" com muito Eric Clapton, Jimmi Hendrix, SRV, Muddy Waters, Sonny Boy Williamson, Jeff Beck, Albert King, entre outros. Claro, vai rolar também os clássicos do rock de sempre: Pedras Rolando, Os Besouros, Os Portas, Creme, James Marron e outros :)

O couver artístico sai pela bagatela de R$ 6

Então quinta é dia de ler um livro, tomar um café e curtir um blues.

E pra quem ainda não conhece a Vintage Blues Trio, assistam no vídeo abaixo uma das apresentações realizadas no Café com Letras.



É isso aí. Imperdível.

Update do post, 29/07/2010 20h:
A banda Vintage Blues repete o show que está realizando agora no Café com Letras, depois do Cineclube de amanhã, sexta-feira dia 30. Para quem quiser curtir um blues depois do cineclube, é só ficar. :)

27/07/2010

Últimos dias para conferir a exposição Bolívia

A Exposição Bolívia - Um olhar sobre a Bolívia 40 anos após a morte de Che Guevara teve sua mostra estendida até o próximo dia 30 de julho, sábado. Desde o dia de sua abertura, a exposição vem fazendo sucesso e atraído a visita de grupos de interesses bastante diversos. Desde fotógrafos e artistas à mochileiros e estudantes. Vale a pena conferir o registro já que as imagens, inéditas, farão parte de um documentário que está em fase final de produção.
 
 



Jornalista e repórter fotográfico, Sergio Alberto e mais três amigos (Acilino Ribeiro, Juliana Medeiros e Miguel Mello) embarcaram numa aventura pela Bolívia - mais precisamente pela Ruta Del Che - em outubro de 2007, mês em que se completaram 40 anos da morte de Ernesto Che Guevara. 

Na viagem rumo a La Higuera, uma pequena vila de Vallegrande, município de Santa Cruz de La Sierra, percorreram de carona em um microônibus com representantes de diversos movimentos sociais do Brasil, uma parte significativa da estrada que hoje é também rota histórica e turística no país. Pelo caminho, o contraste social é evidenciado nas fotografias em preto e branco.

O resultado dessa viagem você confere nas imagens da Exposição Bolívia - Um olhar sobre a Bolívia 40 anos após a morte de Che Guevara no Café com Letras Brasília.

Serviço:
Exposição Bolívia - Um olhar sobre a bolívia 40 anos após a morte de Che Guevara
A exposição pode ser visitada todos os dias das 10h às 2h, até o dia 30 de julho.
Local: Café com Letras, 203 sul, Bl. C Lj. 19
Fotografias: Sérgio Alberto
Organização: Juliana Castro
Colaboração: Acilino Ribeiro & Miguel Mello
Apoio logistico: Fundação Che Guevara